A doença obesidade está presente em mais de 20% da população brasileira, segundo dados da revista Exame. Essa informação se dá mesmo em meio a taxas que apresentam melhoras na ingestão de frutas e hortaliças.
De forma geral, os dados extraídos da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico ( Vigitel ) apontam que o brasileiro ainda está se alimentando em excesso através de fontes ultra processadas.
Além de conterem calorias vazias, esses tipos de alimentos ainda são pioram quadros de demais doenças que tendem a surgir junto com a doença obesidade , como as do coração e o diabetes. Mas será que está tudo perdido?
A doença obesidade é a segunda maior causa de morte em todo o mundo e, por mais que muitas pessoas ainda não saibam disso, existem diversas formas de se lidar com ela.
A primeira delas é a psicológica, uma vez que, conforme informado com maior abrangência no nosso artigo “A relação entre emoção e alimentação”, existem comprovações que ligam a obesidade a outras doenças como a depressão e o estresse excessivo.
Em seguida, é possível começar a analisar os sintomas físicos da doença, buscando formas de minimizá-los. Entenda:
Ao se falar da doença obesidade , a relação entre sua presença e fatores psicológicos é inegável.
Muitas pessoas possuem uma relação extremamente desarmonizada com a alimentação, levando-a como algo compensatório ou como um prêmio pela sobrevivência em uma existência estressante, e muitas vezes frustrante.
Analisar os fatores emocionais que dificultam a relação entre a alimentação e a emoção faz com que seja possível minimizar a piora do quadro do paciente que, após algumas intervenções pontuais, pode e deve aliar seu tratamento ao que diz respeito aos seus sintomas físicos.
Muitas vezes, os sintomas físicos ligados à obesidade tendem a ser preocupantes: colesterol alto, pressão cardíaca anormal, pretensão ao diabetes, a própria presença do diabetes e mais fatores podem ser citados.
Uma vez que há o alinhamento entre os sintomas emocionais e os sintomas físicos, uma equipe de medicina multidisciplinar pode começar a se engajar para tratar de forma completa um paciente que sofre com a doença obesidade.
Nesse time multidisciplinar pode-se destacar a presença de um endocrinologista, capaz de analisar as taxas metabólicas e hormonais do corpo do paciente, um nutrólogo, que analisa a qualidade nutricional de sua alimentação e um nutricionista, que monta um cardápio adequados às suas necessidades.
Além desses, pode-se contar até mesmo com um especialista em medicina esportiva, atuando na otimização do desempenho físico do paciente e na recomendação de exercícios que o capacitem a buscar um futuro longínquo e com qualidade de vida.
Cada um desses profissionais, inclusive o psicólogo ou psiquiatra, deve atuar levando em conta as demandas específicas de cada paciente, além de suas limitações e expectativas.
Feitas todas as análises cabíveis acima, é hora de oferecer ao paciente um tratamento que compile todos os fatores acima citados e que, acima de tudo, respeitem os limites do paciente e respeite suas limitações – emocionais ou físicas.
Diversas opções de tratamento podem ser recomendadas, como a adoção de um estilo de vida composto por uma alimentação personalizada junto a um regime de exercícios também personalizado.
Também pode-se contar com a adição à esse plano de medicações que regulem níveis hormonais no paciente, levando-o a um resultado mais satisfatório e em menos tempo.
Finalmente, pode ser que apenas a intervenção cirúrgica seja uma boa solução. Porém, essa não é uma escolha tão simples quanto parece e deve ser feita somente junto a esses profissionais.
A depender do método cirúrgico escolhido para cuidar de seu quadro da doença obesidade , é possível que ele seja bastante invasivo e exija que você passe por um período de adaptação bastante rigoroso e delicado.
Por isso, se intervenção cirúrgica – feita através da chamada cirurgia bariátrica – for recomendada, é preciso estar preparado para mudar drasticamente, antes e depois da cirurgia, seus hábitos e seu estilo de vida.
Caso isso não seja feito, a cirurgia pode se mostrar arriscada demais para o paciente. É por isso que uma série de médicos fazem recomendações pontuais para pacientes que precisam se adaptar ao pré-operatório.
A cirurgia bariátrica tem como foco o combate à doença obesidade , não devendo ser vista como uma solução estética. Fale sempre com os profissionais acima citados antes de se decidir por qualquer forma de tratamento.
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